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INSS anuncia mutirão em Irecê com 40 vagas para perícia médica e avaliação social

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realizará um mutirão de atendimento neste sábado (17) e domingo (18), em Irecê. A iniciativa disponibiliza 40 vagas para perícia médica e avaliação social no município.

A ação é promovida pelo Ministério da Previdência Social em parceria com o INSS e contempla, além de Irecê, mais quatro cidades, com um total de 376 vagas para os atendimentos.

O mutirão é voltado a pessoas que aguardam a realização desses procedimentos para dar continuidade à análise de benefícios previdenciários e assistenciais.

A perícia médica e a avaliação social são etapas importantes para verificar se os requerentes atendem aos critérios exigidos para a concessão de determinados benefícios.

Os interessados em participar devem realizar o agendamento previamente, por meio do aplicativo ou site Meu INSS, ou pela Central Telefônica 135.

A recomendação é que os segurados consultem os canais oficiais para obter informações sobre o agendamento e os procedimentos necessários para o atendimento.

Central Notícia

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Policiais do 7º Batalhão da Polícia Militar apreenderam uma pistola e conduziram um suspeito após uma ocorrência de tentativa de homicídio em Feitosa, zona rural de João Dourado, na região de Irecê. As informações são da Polícia Militar.

Segundo a PM, a equipe foi acionada pelo CICOM. No povoado, a vítima relatou que um homem atirou em sua direção e depois a agrediu fisicamente.

Nenhum disparo atingiu a vítima, que apresentava lesões provocadas pelas agressões. Ela foi socorrida e encaminhada para atendimento hospitalar.

Durante as buscas na região, os militares localizaram o suspeito e apreenderam uma pistola calibre .380, com numeração suprimida, além de cinco munições.

O homem e o material apreendido foram apresentados no Plantão Central, em Irecê, para a adoção dos procedimentos legais.

Central Notícia

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A dez dias do segundo turno da eleição presidencial, Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% das intenções de votos válidos, ante 49% de Lula (PT), configurando assim um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais do levantamento.

Há uma semana, a diferença entre eles era de quatro pontos no quesito, com o senador marcando 52% e o incumbente, 48%. A Justiça Eleitoral usa o voto válido, que exclui brancos e nulos, para a contagem final no dia da eleição. No caso de levantamentos de intenção, são retirados da conta também os indecisos.

Nos votos totais, que incluem esses três quesitos, Flávio tem 47% e Lula, 45%. Na pesquisa anterior do Datafolha, o primogênito de Jair Bolsonaro tinha 49%, ante os mesmos 45% do presidente.

A oscilação negativa do senador se refletiu nos brancos e nulos, que foram de 5% para 6%, e nos indecisos, que variaram de 1% para 2%. A margem de erro é a mesma empregada nos votos válidos.

A movimentação de rua em favor de Lula registrada na última semana não se refletiu em intenção de voto, restando saber se funcionará para levar ausentes no primeiro turno para o voto no dia 25. A abstenção na primeira rodada foi de 33,4 milhões de eleitores, e o petista perdeu por 2,2 milhões para o senador.

O instituto ouviu 2.520 eleitores de terça (13) a quarta (14) em 153 municípios, em um trabalho encomendado pelo jornal Folha de São Paulo. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-00466/2026.

Do ponto de vista de grandes estratos socioeconômicos, Flávio tem liderança importante no Sudeste, que concentra 42% da amostra do Datafolha e é foco de ambas as campanhas. Na região, ele bate Lula por 51% a 41% dos votos totais, índice semelhante ao da semana passada.

Ele também tem vantagem mais expressiva na classe média que ganha de 2 a 5 salários mínimos, que compõe 37% da amostra, marcando 55% ante 40% do presidente.

Lidera com mais folga entre os 14% de sulistas, com 57% a 35%, e entre os 30% de evangélicos (62% a 29%), embora no grupo religioso tenha oscilado sete pontos para baixo, dentro da margem específica de quatro pontos percentuais do segmento.

Já o presidente compensa com a força usual entre os 47% mais pobres (53% a 38%), entre os 48% de católicos (52% a 42%), 27% de menos instruídos (56% a 36%) e 27% de nordestinos (61% a 32%).

O petista tem vantagem de 49% a 40% entre as mulheres (51% dos ouvidos), enquanto Flávio o bate por 52% a 40% entre os homens (49% dos entrevistados).

LULA MUDOU RUMO DA CAMPANHA

O tira-teima da eleição até aqui mais parelha desde a redemocratização de 1989 ocorrerá daqui a dez dias. Se a primeira pesquisa desta etapa feita pelo Datafolha havia captado o momento inicial favorável a Flávio, a segunda fez a mensuração da nova tática do PT para tentar manter Lula no Planalto.

O partido passou a apostar em uma mobilização de rua inaudita na esquerda mesmo na campanha que o levou ao terceiro mandato, quando derrotou o pai de Flávio no segundo turno de 2022. Multidões foram registradas em cidades como São Paulo e Rio, um movimento que agora tentará ser emulado pelo senador.

A disputa também se acirrou na seara digital, temperada pelo conflito no Judiciário que tem marcado a campanha. A criação do canal de WhatsApp “Exército de Lula” pelo deputado André Janones (Rede-MG) virou objeto de uma guerra de decisões, em que saiu chamuscado o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, acusado de pró-Flávio.

Por fim, Lula zerou cobranças federais sobre combustíveis neste mês e lançou um pacote para microempreendedores individuais, entre outras medidas. Acima de tudo, aposta no efeito da aprovação da PEC do fim da escala 6×1, ocorrida nesta quarta (14) —quando o Datafolha já havia encerrado dois dias de levantamento, logo o eventual impacto só será aferido de fato na semana que vem.

FLÁVIO VENDE IMAGEM DE ELEITO

No horário eleitoral gratuito, que voltou ao ar na sexta-feira (9), Flávio tem se apoiado na vitória por 47,03% a 45,16% dos válidos contra Lula no primeiro turno, reafirmando que encarna o sentimento de mudança, e prometendo governabilidade com o Congresso de ampla maioria de direita eleito em 4 de outubro.

O senador tem se comportado como virtual eleito, costurando apoios, mas causou apreensão em setores mais moderados ao sugerir mudanças na Constituição visando a “redemocratizar” o país, além de promover reformas no Judiciário.

O impeachment de magistrados, Alexandre de Moraes à frente, é uma de suas bandeiras, e a composição mais bolsonarista do Senado sugere força ao movimento.

O senador foi obrigado a mudar de posição e declarar voto favorável à popular pauta do fim da escala 6×1, pelo que vinha sendo pressionado pelo campo petista —Lula havia tomado a bandeira para si desde o primeiro turno. Ainda assim, prometeu rever o tema se for eleito, e tenta emplacar ainda o debate sobre a redução da maioridade penal.

Ambos os rivais irão se enfrentar pela primeira vez ao vivo no debate previsto para o domingo (18) na Band.

Desde a redemocratização, nenhum candidato que ficou em segundo no primeiro turno virou o jogo na segunda rodada, mas tanto Bolsonaro contra Lula em 2018 quanto Aécio Neves (PSDB) contra Dilma Rousseff (PT) em 2014 chegaram perto, perdendo por margens mínimas.

Fonte: Folhapress

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O Grupo Globo anunciou nesta quinta-feira (15) o desligamento de Frederic Kachar, conhecido como Fred Kachar, do cargo de diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio.

Segundo a empresa, o conteúdo de conversas privadas entre Kachar e Daniel Vorcaro, mantidas entre outubro de 2023 e julho de 2025 e às quais teve acesso na quarta-feira (14), revelou uma relação considerada inadequada entre o executivo e um anunciante.

Em comunicado, a Editora Globo reafirmou seu compromisso com a ética, a transparência e a independência editorial de seus veículos. A empresa também destacou a cobertura jornalística do caso Master como demonstração do compromisso com os princípios editoriais do grupo.

A companhia reconheceu ainda os 29 anos de atuação de Kachar no desenvolvimento de seus negócios de mídia. O nome do substituto à frente da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio será anunciado em breve.

Fonte: Bahia Notícias

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Quatro pessoas, de 22, 28, 29 e 31 anos, foram presas em flagrante pela Polícia Civil da Bahia, nesta quarta-feira (14), durante uma ação contra um possível desmanche clandestino de veículos no bairro Vasco Filho, em Seabra.

A ação teve início após denúncias sobre a existência de um local utilizado para desmontagem de veículos. Durante as diligências, as equipes localizaram três carros com sinais identificadores adulterados e chassis suprimidos, além de peças e outros veículos em condições incompatíveis com o descarte como sucata. Segundo as investigações, o local era utilizado para retirar peças dos veículos desmontados, que seriam posteriormente comercializadas em ferros-velhos da região. As equipes também apuram a possível participação de um estabelecimento do município na revenda dos componentes.

Os quatro suspeitos foram autuados em flagrante e encaminhados à unidade policial. Os veículos passaram por perícia, que constatou sinais de adulteração. As investigações continuam para identificar a origem dos automóveis e possíveis outros envolvidos.

A ação contou com a participação do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Diamantina), do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e do Setor de Investigação (SI) da Delegacia Territorial de Seabra, vinculada à 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (13ª Coorpin/Seabra).

Fonte: Polícia Civil 
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O senador eleito pela Bahia Rui Costa (PT), que integra a coordenação da campanha nacional em Brasília, comentou as manifestações de estudantes e jovens registradas na última semana em diversas cidades brasileiras em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O Brasil de alguma forma está assistindo, neste segundo turno, algo muito novo. Os movimentos estão se espalhando pelo país inteiro, como se o povo, os jovens, estão dizendo ‘esse país é meu e quem define o destino dele somos nós’. Isso está mudando completamente o quadro do segundo turno”, declarou Rui para a rádio Sociedade.

Rui destaca mobilização

Como exemplos de mobilização, o senador mencionou os atos realizados na Avenida Paulista, em São Paulo; em Copacabana, no Rio de Janeiro; e o ato ocorrido na terça-feira (13) na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

“Tenho convicção da reeleição do presidente Lula. O Brasil não quer dar um passo atrás, não quer perder seus direitos sociais, os trabalhadores não querem perder seus direitos conquistados ao longo de muitos anos”, acrescentou.

Rui Costa
Fotos: Maína Diniz e Evertton Pacheco/ Divulgação

Ataques ao PL

Durante a entrevista, Rui também abordou a postura do Partido Liberal (PL), sigla do candidato adversário Flávio Bolsonaro, em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, pauta prevista para votação no Congresso Nacional nesta quarta-feira.

“Os senadores e deputados do PL já anunciam, mesmo que seja aprovada, que eles vão fazer uma nova PEC no ano que vem para retirar esse direito do trabalhador. Agora, eles vão votar a favor por conta da eleição e em fevereiro, quando entrar o novo Congresso, eles querem retirar esse direito”, afirmou o senador. “Isso tudo o povo vai olhando e decidindo o seu voto”, concluiu.

Fonte: Bahia.ba

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