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Em um cenário de segundo turno considerando apenas os votos válidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente na corrida eleitoral, marcando 52,7% das intenções de voto. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47,3% da preferência, segundo dados da pesquisa Ipespe divulgada neste sábado (10).

Os candidatos disputam o segundo turno no próximo dia 25 de outubro. Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com 100% das urnas apuradas, Flávio recebeu 47,03 (56,1 milhões de votos) no primeiro turno. Lula chegou a 45,16% (53,8 milhões de votos).

O que são votos válidos?

Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.

Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas, ela é calculada apenas sobre os votos válidos.

Metodologia

A pesquisa Ipespe entrevistou 1.500 eleitores, entre os dias 6 e 8 de outubro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00933/2026.

Fonte: CNN Brasil

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Uma mulher conhecida como Nalvinha morreu após sofrer uma descarga elétrica na comunidade de Malhada de Areia, zona rural de Morro do Chapéu, na região da Chapada Diamantina.

Segundo informações preliminares, o acidente aconteceu enquanto ela utilizava um tanquinho de lavar roupas. As circunstâncias do ocorrido ainda não foram esclarecidas oficialmente.

O caso serve de alerta para os cuidados no uso de eletrodomésticos. É importante evitar manusear aparelhos elétricos com as mãos molhadas e não utilizar equipamentos com fios danificados. Ao perceber sinais de problemas elétricos, desligue a energia no disjuntor e procure um profissional qualificado.

Central Notícia

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O primeiro levantamento do Datafolha feito após a definição da disputa de segundo turno da eleição presidencial mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52% em votos válidos e o presidente Lula (PT), com 48%.

Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos e são a métrica do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para contabilizar o placar final no dia do pleito.

Em votos totais, Flávio fica com 49% e Lula, com 45%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. Indecisos, ponto focal de uma corrida que pode ser definida nos detalhes, somam 1%. Já dizem que vão votar em branco ou anular outros 5%.

No primeiro turno, realizado no domingo passado (4), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ganhou 47,03% dos válidos, ante 45,16% do petista.

O Datafolha foi às ruas na terça-feira (6) e na quarta (7), em um trabalho encomendado pela Folha e pela TV Globo registrado com o código BR-02949/2026 no TSE. Foram entrevistados 2.520 eleitores.

A aferição dos pesquisadores ocorreu em meio a momentos díspares das campanhas que polarizaram toda a disputa até aqui.

Flávio surfa o otimismo do resultado expressivo da direita no primeiro turno e o fato de que acabou à frente de Lula, após estar atrás ou empatado com o presidente nas pesquisas até a véspera —ainda que os levantamentos sejam instantâneos da disputa, não previsões.

Na véspera do voto, o Datafolha fotografou Lula com os mesmos 45% dos válidos da quinta (1º) e Flávio oscilando dois pontos para cima, chegando a 42%. Na urna, só o senador ficou acima do rival —dentro da margem de erro, se fosse uma pesquisa.

Seja como for, o senador vendeu a partir da segunda (6) uma imagem de virada irrefreável, que temperou ao colher apoio de partidos como o PP e Republicanos e rivais como Ronaldo Caiado, cujo PSD, entretanto, não se alinhou a ninguém.

O presidenciável tem falado como eleito, e já delineou planos que antes não eram ouvidos em público, como o de mudanças constitucionais no sistema político e no Judiciário, uma obsessão do clã Bolsonaro no embate com o Supremo Tribunal Federal que viu o patriarca por fim preso.

Também prometeu suspender a reforma tributária, que passará a valer em etapas a partir de 2027, propor o fim da reeleição e a eventual extensão de mandatos do Executivo. Se isso estava perdido em linhas de seu programa de governo enviado ao TSE, nunca foi enunciado claramente por Flávio.

Do lado de Lula, além do desânimo natural para uma equipe que parecia otimista em excesso, há o problema da abstenção, que no primeiro turno atingiu recordistas 21,08%. Foram 33,4 milhões de eleitores, numa disputa em que o presidente ficou 2,2 milhões de votos atrás de Flávio.

O petista tem melhor intenção de voto em grupos que costumam faltar mais, com os menos escolarizados. Fazer esse eleitor ir às urnas foi foco do presidente no seu discurso admitindo o revés, na noite do domingo.

Depois sobrevieram as usuais acusações sobre de quem foi a culpa, se do governo com má avaliação ou da campanha, criticada por aliados e pelo próprio Lula.

O presidente disse nesta quarta (7) que sua jornada foi a “mais desorganizada” das sete eleições ao Planalto que disputou desde 1989.

Enquanto isso, a lavagem de roupa suja entre seus coordenadores e balões de ensaio, como postar o vice Geraldo Alckmin (PSB) na Fazenda em caso de vitória, começaram a ser soltos. O petista também conta com a votação do fim da escala 6×1, pauta popular que o opõe a Flávio, no Senado na semana que vem.

Ainda falta uma tática clara ao petista, que tem escasso tempo e também tenta mirar o público das redes sociais: o horário eleitoral começa já nesta sexta (9), e o segundo turno será daqui a três domingos, no dia 25.

Desde a redemocratização, nenhum candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno acabou vencedor. No pleito passado, quando enfrentou em 2022 o pai de Flávio, Lula iniciou a disputa do tira-teima marcando 53% a 47% sobre Bolsonaro nos válidos. Acabou vencendo por 1,8 ponto percentual.

Fonte: Folhapress

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O senador eleito Rui Costa (PT) vai assumir a coordenação da agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial. A mudança faz parte de uma reformulação na campanha, que também terá Camilo Santana na coordenação política e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, à frente da comunicação.

A nova estrutura, na prática, reduz a concentração de funções nas mãos de Edinho Silva, presidente nacional do PT e atual coordenador da campanha. A decisão ocorre após Lula demonstrar insatisfação com a condução da disputa no primeiro turno.

Em reunião com deputados nesta quarta-feira (7), Lula afirmou que reclamou com Edinho sobre a organização da campanha. Segundo o presidente, foi a disputa mais desorganizada desde a primeira vez em que concorreu ao Palácio do Planalto, em 1989, e ficou “aquém” do que poderia ter sido.

Lula muda a condução da campanha

Desde segunda-feira, Lula passou a ampliar a agenda de reuniões com dirigentes partidários, parlamentares e candidatos que participaram da eleição em diferentes estados, numa mudança de postura na reta final da disputa.

O presidente também passou a adotar um tom mais duro contra Flávio Bolsonaro, adversário no segundo turno, além de intensificar críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Com a nova divisão, Rui Costa ficará responsável pela organização dos compromissos de Lula, enquanto Camilo Santana cuidará da articulação política e Rafael Fonteles terá a comunicação como principal atribuição.

Fonte: Bahia.Ba

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Luiz Gabriel da Silva Machado, de 19 anos, foi encontrado morto nesta quinta-feira (8), em uma residência na Rua Corinthians, no loteamento Bom Sucesso, próximo à Vila Nobelino, em Irecê.

A Polícia Militar foi acionada por volta do meio-dia. No local, foram identificados ferimentos provocados por um objeto perfurante. Conforme informações preliminares, o instrumento utilizado pode ter sido uma arma branca ou uma ferramenta. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia.

Segundo informações apuradas no local, a namorada de Luiz Gabriel esteve com ele até a noite de quarta-feira (7). Depois, foi para casa e, ao retornar à residência, encontrou o jovem já sem vida.

Familiares suspeitam que o crime tenha ocorrido durante a madrugada, mas o momento exato ainda não foi confirmado.

Luiz Gabriel morava com a mãe, que estava em Brasília quando recebeu a notícia da morte do filho e iniciou o retorno para Irecê.

A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Central Notícia

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A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial de Xique-Xique, realizou uma ação especial em comemoração ao Dia das Crianças, com a arrecadação e distribuição de aproximadamente 220 brinquedos para crianças do município.

A campanha contou com doações de brinquedos e contribuições em dinheiro, cujos valores arrecadados foram integralmente convertidos na aquisição de novos brinquedos.

A iniciativa contou ainda com o apoio de um projeto solidário, que colaborou com a distribuição de lanches e doces, além da realização de diversas atividades recreativas. Durante a programação, também foram promovidos momentos de brincadeiras e rodas de conversa, proporcionando integração e aproximação com as crianças.

As entregas ocorreram em diferentes localidades de Xique-Xique. A programação teve início em uma escola localizada na comunidade rural de Vacaria. Em seguida, a equipe esteve no abrigo Casa Lar, na Pastoral da Criança da Paróquia Nossa Senhora Aparecida e, por fim, no bairro Nair Barreto, onde diversos brinquedos também foram distribuídos.

A ação reforça a importância da aproximação da Polícia Civil com a comunidade, por meio de iniciativas de caráter social e de cidadania, proporcionando momentos de alegria, acolhimento e interação com as crianças de Xique-Xique.

Fonte: Polícia Civil

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